ESCOLA

HOMÔNIMOS - O Que São?

Blog de curiosidadesgerais :CURIOSIDADES GERAIS, HOMÔNIMOS - O Que São?

 

Homônimos

 

São palavras que apresentam a mesma pronúncia ou grafia, mas significados diferentes.

  Exemplo:

 Eles foram caçar, mas ainda não retornaram. (caçar - prender, matar)

  Vão cassar o mandato daquele deputado. (cassar - ato ou efeito de anular)

  Os homônimos podem ser:

Homônimos homógrafos;

Homônimos homófonos;

Homônimos perfeitos.

Homônimos homógrafos

  São palavras iguais na grafia e diferentes na pronúncia.

  Exemplos: 

 Almoço (ô) - substantivo

Almoço (ó) - verbo

Jogo (ô) - substantivo

Jogo (ó) - verbo

Para - preposição

Pára - verbo

 

Homônimos homófonos

  São palavras que possuem o mesmo som e grafia diferente.

  Exemplos:

Cela - quarto de prisão

Sela - arreio

Coser - costurar

Cozer - cozinhar

Concerto - espetáculo musical

Conserto - ato ou efeito de consertar

 

Homônimos perfeitos

  São palavras que possuem a mesma pronúncia e mesma grafia.

  Exemplos:

Cedo - verbo

Cedo - advérbio de tempo

Sela - verbo selar

Sela - arreio

Leve - verbo levar

Leve - pouco peso

 

 

Relação de alguns homônimos

Acender - pôr fogo

Ascender - subir

Acento - sinal gráfico

Assento - tampo de cadeira, banco

Aço - metal

Asso - verbo (1ª pessoa do singular, presente do indicativo)

Banco - assento com encosto

Banco - estabelecimento que realiza transações financeiras.

Cerrar - fechar

Serrar - cortar

Cessão - ato de ceder

Sessão - reunião

Secção/seção - divisão

Cesto - cesta pequena

Sexto - numeral ordinal

Cheque - ordem de pagamento

Xeque - lance no jogo de xadrez

Xeque - entre os árabes, chefe de tribo ou soberano

Concerto - sessão musical

Conserto - reparo, ato ou efeito de consertar

Coser - costurar

Cozer - cozinhar

Expiar - sofrer, padecer

Espiar - espionar, observar

Estático - imóvel

Extático - posto em êxtase, enlevado

Estrato - tipo de nuvem

Extrato - trecho, fragmento, resumo

Incerto - indeterminado, impreciso

Inserto - introduzido, inserido

Chácara - pequena propriedade campestre

Xácara - narrativa popular

terça 25 janeiro 2011 21:21 , em ESCOLA


ESSA É PRA VIDA TODA

Blog de curiosidadesgerais :CURIOSIDADES GERAIS, ESSA É PRA VIDA TODA

Um professor de filosofia parou na frente da classe e, sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e o encheu com pedras de uns 2 cm de diâmetro.

Olhou para os alunos e perguntou se o vidro estava cheio.

Todos disseram que sim…

Ele então pegou uma caixa com pedrinhas bem pequenas, jogou-as dentro do vidro e, agitando-o levemente, fez com que os pedriscos rolassem para os espaços entre as pedras maiores. Tornou a perguntar se o vidro estava cheio.

Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio!

Dessa vez, pegou uma caixa com areia e despejou dentro do vidro preenchendo o restante. Olhando calmamente para os alunos, o professor disse:

- Quero que entendam que isto, simboliza a vida de cada um de vocês. As pedras são as coisas importantes, tais como:... Sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a vida.

Os pedriscos são as outras coisas que importam tais como:... O emprego, a casa, um carro, etc.

A areia representa ‘o resto’:... As coisas pequenas.

Experimentem colocar, a areia (As Coisas Pequenas) primeiro no vidro, e verão que não caberão as pedras e os pedriscos.

O mesmo vale para suas vidas. Priorizem cuidar das pedras, que é o que realmente importa. Estabeleçam suas prioridades. O resto é só areia!

Após ouvir a mensagem tão profunda, um aluno perguntou ao professor se poderia pegar o vidro, que todos acreditavam estar cheio, e fez novamente a pergunta:

- Vocês concordam que o vidro esta realmente cheio?

Todos responderam que sim, inclusive o professor:

Então ele derramou uma lata de cerveja dentro do vidro. A areia ficou ensopada, pois a cerveja foi preenchendo todos os espaços restantes, e fazendo com que ele, desta vez, ficasse realmente cheio. Todos ficaram surpresos e pensativos com a atitude do aluno, incluindo o professor.

Então o aluno sentenciou:

Não importa o quanto sua vida esteja cheia de coisas e problemas, sempre sobra espaço para uma cervejinha!... Se possível, bem gelada e com as pessoas que queremos bem!

 

x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x

 

COMPLEMENTO: (Mais Uma do ‘Joãozinho’)

 

 O professor em sala de aula com um copo com água, outro com cerveja e um copo com 2 vermes...

___Alunos;... Atenção! Observem os vermes (disse o professor colocando 1 dos vermes dentro do copo com água pura). A ‘criatura’ nadou agilmente como se estivesse feliz e brincando.

Depois, o mestre colocou o outro verme no copo contendo cerveja. O ‘bicho’ se contorceu todo, desesperadamente, como se estivesse louco pra sair do líquido e por fim afundou como uma pedra... absolutamente morto.

Satisfeito com os resultados, o professor perguntou aos alunos:

__ E então... Que lição podemos aprender desta experiência?

Joãozinho levantou a mão e ‘sabiamente’ respondeu:

__ Devemos beber muita cerveja para não termos vermes!.

 

quinta 29 julho 2010 06:22 , em ESCOLA


REDAÇÃO DE ALUNA DA UFPE

Blog de curiosidadesgerais :CURIOSIDADES GERAIS, REDAÇÃO DE ALUNA DA UFPE

Vai ser culta assim lá longe! (rsrsrsrsrs)

Leiam até o final, é muito legal!
Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.
 
Redação: ...
 
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.

 
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.

 
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.

 
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.

 
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

 
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.

 
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.

 
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.

 
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.

 
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.  -  luiz-cpc@hotmail.com



segunda 11 janeiro 2010 22:46 , em ESCOLA



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