INVENTOS / DESCOBERTAS

SERVINDO CERVEJA PELO FUNDO DO COPO

 

Servindo Cerveja Pela Parte Debaixo do Copo

Já assistiu o vídeo néh?... Então, agora observe a explicação a seguir sobre como esta máquina consegue servir cerveja pela parte debaixo dos copos.

O segredo não está na máquina, mas no copo.

Na base do copo existe um anel feito de material magnético e um círculo que cobre este anel, também magnético. Se você servir um líquido neste copo, ele não vazará.

Quando colocado nesta máquina (que você já deve ter visto no vídeo), o círculo é empurrado para cima enquanto a cerveja é servida por baixo, numa velocidade muito maior que se fosse servida por cima.

Segundo o fabricante, isto é uma vantagem para o consumidor, pois ele recebe mais chopp e menos espuma. Fica a critério de cada um julgar se o colarinho está adequado ou não...  O mais incrível é que os 2 imãs se desprendem apenas pela pressão que a cerveja faz ao ser empurrada para dentro do copo, e quando o copo está cheio, a própria pressão da cerveja (no copo cheio) faz os dois imãs se encontrarem novamente e lacrarem o fundo do copo!

Do ponto de vista da gestão de negócios, é fato que consegue-se servir muito mais cervejas por minuto, diminuindo-se a fila e o tempo pela espéra, o que vem a ser um incentivo a mais para que mais e mais pessoas a comprem a sua. 

Isto é especilamente importante em jogos em grandes estádios, quando na hora do intervalo as pessoas correm para se "reabastecer" e não querem perder o reinício do jogo.

Estima-se que cada um destes copos custe algo em torno de 40 centavos (de dólar), enquanto um copo normal custaria não mais que 10 centavos.  Mas este custo extra pode ser absorvido, ou até transformado em mais lucros, não só pelo serviço ser mais agil e eficaz e desse modo vende-se mais cervejas, mas também porque é possível incluir publicidade nessas peças metálicas. Assim, é possível negociar com a distribuidora da cerveja ou com os times envolvidos no jogo em questão para estampar suas marcas nestes imãs e fazer uma entrada de caixa adicional.

A ideia não é deixar ninguém bêbado, mas fazer com que aquele fã que deixaria de comprar sua única cerveja por causa da fila tenha a oportunidade de comprá-la num dos intervalos dos jogos.  Este é apenas um exemplo, pois é lógico que uma máquina prática e 'evolutiva' como essa, vai muito bem em toda espécie de evento festivo (Rodeio, Casamento, Confraternização, Baladas, etc...)

terça 09 agosto 2011 15:39 , em INVENTOS / DESCOBERTAS


CRIE e CRIATIVE-SE

Blog de curiosidadesgerais :CURIOSIDADES GERAIS, CRIE e CRIATIVE-SE

 

Ser criativo nunca foi tão importante como nos dias atuais. Nas atividades simples do dia-a-dia, no trabalho ou relacionamentos afetivos, surpreender é a palavra de ordem.

Mas como desenvolver o "eu" criativo de todos nós.

 
 

Quem usa mais o pensamento criativo, tem mais habilidade intelectual e consegue ter idéias com mais freqüência. Os mais racionais, ou seja, aqueles que privilegiam o raciocínio lógico, muitas vezes se tornam excelentes analistas e executores de projetos, mas deixam de ser inventivos, característica tão privilegiada nos dias de hoje. Você se recorda há 20 , 25 anos atrás, quantos tipos de tênis nós tínhamos para escolher? Bamba , Conga, Kichut e olhe lá!!! E hoje, se juntarmos 1000 pessoas em uma sala, veremos mais de 900 modelos de diversas marcas, específicos para cada tipo de atividade: caminhada, corrida, entre outros. Isso é inovação, é criatividade...

Isso é a capacidade criativa que o mundo globalizado exige de nós! Se , por um lado temos uma demanda maior, essa demanda surgiu porque temos necessidades diferentes e exigimos isso no lado consumidor!

Muita gente pensa que criatividade é um dom ,uma espécie de privilégio próprio de alguns poucos predestinados. Hoje, sabe-se que criatividade é apenas uma maneira de pensar
. Um jeito especial de aliar imaginação ao raciocínio
. E essa maneira de pensar pode ser treinada por qualquer pessoa, ou seja, podemos, a qualquer momento , nos tornarmos seres criativos e nos tornarmos melhores e ainda oferecer serviços diversificados!

Que bom! Isso nos dá um certo alívio, se criatividade não é coisa de nenhum predestinado, posso aprender, posso desenvolver... e aprender só depende de mim!

 Repetindo:

Se criatividade não é coisa de nenhum predestinado, posso aprender, posso desenvolver... e aprender só depende de mim! Só depende da minha boa atitude!

Então... Mãos À Obra!!!


Déborah Capell Simone

 

http://www.institutoprogredir.com.br/2009/conteudo/artigos/deborah-capell-crie-e-cative-se/deborah-capell-crie-e-cative-se.php

 

domingo 26 junho 2011 06:21 , em INVENTOS / DESCOBERTAS


AMPULHETA - O Relógio Ancestral

Blog de curiosidadesgerais :CURIOSIDADES GERAIS, AMPULHETA - O Relógio Ancestral

 

Um dos diversos instrumentos que o homem concebeu para medir o tempo foi a ampulheta. Também conhecido por relógio de areia a sua invenção é atribuída a um monge de Charters, de nome Luitprand que viveu no séc.VIII. No entanto as primeiras referências deste tipo de objeto aparecem apenas no séc.XIV. Pela descrição de então se admite que a ampulheta já fosse usada a bordo.

É constituída por duas ampolas de vidro unidas pelo gargalo e de modo a deixar passar a areia de uma para a outra, num determinado intervalo de tempo através de um orifício. Até meados do séc.XVIII as duas ampolas eram fabricadas separadamente colocando-se entre os gargalos de ambas uma pequena peça metálica com um orifício devidamente calibrado para a passagem da areia. A ligação era feita com cabedal ou uma pinha - um entrelaçado feito com cabo. Para proteger o conjunto era usada uma armação em madeira ou latão. Mais tarde as ampulhetas foram feitas de uma só peça de vidro com um orifício para a passagem da areia.

 

A areia usada nas ampulhetas podia ser branca ou vermelha, desde que fosse fina, seca e homogênea. A proveniente de Veneza tinha grande reputação. Além de areia também se podia usar cascas de ovo moídas, pó de mármore, pó de prata e pó de estanho calcinado misturado com um pouco de chumbo. Este último aconselhado para as ampulhetas de 24 horas.

A vida a bordo era regulada por este instrumento. Existiam ampulhetas para tempos de uma, duas ou mais horas, mas as mais usadas eram as de meia-hora também conhecidas por relógio.

De boa precisão a ampulheta era, no entanto afetada pelos balanços, temperatura - por isso devia ser colocada à sombra - e o alargamento do orifício desgastado pela passagem da areia. Mas quem a manejava era ainda o maior culpado. Um esquecimento, um atraso ao virar ou ainda, e a mais freqüente, motivada pela pressa em encurtar a duração de um quarto fazia que quem estivesse de turno, a virasse antes de esgotar toda areia. Este fato era conhecido entre os marinheiros por comer a areia. Ao virar a ampulheta, o marinheiro tocava o sino; uma badalada às meias horas e pares de badaladas correspondentes à hora de quarto. Um par à primeira, dois à segunda, etc. Falta dizer que cada quarto era, e ainda hoje é assim, de quatro horas. Aos quartos da noite também se davam nomes. Das oito da noite à meia-noite era chamado de prima, seguia-se a modorra da meia-noite às quatro e por fim, a alva das quatro às oito da manhã.

 

O acerto era necessário e fazia-se com o astrolábio ao meio-dia através do sol, quando o tempo o permitisse.

Para a obtenção da latitude bastavam as tabelas de declinação e a medição da altura do sol. A longitude, até ao séc. XVIII, era obtida por estimativa a partir da distância/rumo percorrida pelo barco. A velocidade necessária para o cálculo era obtida com uma barquinha e uma ampulheta de 30 segundos. Este método era pouco rigoroso para a obtenção daquela coordenada geográfica.

Até à invenção do cronómetro no séc.XVIII, para obtenção da longitude, foram pensados vários métodos. Um deles, proposto pelo padre italiano Bruno Cristóvão, professor de astronomia em Coimbra e em Lisboa no início do séc.XVII, usava uma ampulheta de longa duração, marcada com linhas indicando as diversas horas. Acertava-se à saída de um porto e calculava-se a diferença entre as horas do meridiano do local e do meridiano de referência, transformando depois o tempo em arco, tal como se faz hoje. A ideia era perfeitamente correcta mas técnicamente impossível, pois a ampulheta não tinha uma tal precisão.

 

  

http://www.mundofisico.joinville.udesc.br/index.php?idSecao=3&idSubSecao=&idTexto=113

 Por Luciano Camargo Martins - dfi2lcm@joinville.udesc.br

 

 

domingo 28 novembro 2010 21:55 , em INVENTOS / DESCOBERTAS


"CANA" TAMBÉM É CULTURA

Blog de curiosidadesgerais :CURIOSIDADES GERAIS, 'CANA' TAMBÉM É CULTURA

Antigamente, no Brasil, para se ter ‘melado’, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.  Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.

Um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam... e o melado ‘desandou’! 

O que fazer agora? 

A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor. 

No dia seguinte, encontraram o melado azedo (fermentado).  Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.

Resultado: O “azedo” do melado antigo havia se transformado em álcool! Aos poucos esse produto foi evaporando e acabou formando no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente... era a cachaça já formada que pingava,... por isso o nome “PINGA”! 

Quando essas goteiras batiam nas costas marcadas com as chibatadas, ardia muito;... por isso o nome “AGUARDENTE”. 

Ao cair em seus rostos essas gotas escorriam até a boca e os escravos viram que a tal goteira dava um ‘barato’,... assim passaram a repetir o processo constantemente. 

Hoje, como todos sabem, a pinga é símbolo nacional!

quarta 31 março 2010 23:46 , em INVENTOS / DESCOBERTAS



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